SOBRE A GREVE XXI
SEM SALÁRIO, SEM TRABALHO!
PAGUE O QUE DEVE E NEGOCIE!
Como sentenciou uma companheira do 24º núcleo: trabalhamos e mesmo assim não recebíamos o salário, agora não trabalhamos e continuamos sem recebê-lo. O corte do ponto determinado por Eduardo Leite, indecentemente corroborado pelo Poder Judiciário e omitido pelo Parlamento gaúcho, traz à tona várias questões, desde o calote aplicado por Leite quando era prefeito de Pelotas passando pela tripudiação do direito de greve e indo até o cruel sofrimento imposto aos esgualepados educadores.
A situação é muito grave, todos sabem e sentem, porém mais grave ainda é a perspectiva de que a desarticulação da greve - sem nenhuma negociação e acordo quanto aos salários, recuperação dos dias letivos e nenhum tipo de punição ou perseguição aos grevistas – por conta das ameaças, retaliações e mentiras do Governo implique na antecipação da perda de nossos direitos funcionais prevista nos PLs sobre o Estatuto do Servidor e Plano de Carreira do Magistério.
Retornar sem “nada nos bolsos ou nas mãos” é também inviável pois os trabalhadores não terão como se deslocar ao local de trabalho, como bem observou uma outra colega do núcleo de Alegrete. Simples assim. O Governador deveria se empenhar e se responsabilizar em dar solução que é de sua competência e alçada, respondendo à sociedade que exige uma definição justa.
A Greve da Educação segue. Sem salário, sem trabalho! Leite tem que pagar o que deve e negociar. Nenhuma outra hipótese é válida e aceitável. Que deixe de ser medroso e ardiloso e se prepare para os próximos rounds da luta que está longe de acabar, estamos todos cientes do que representa a Reforma (des)Estrutural e vamos enfrentá-la com força, garra e coragem.
Alex Saratt
32º núcleo/Taquara
SEM SALÁRIO, SEM TRABALHO!
PAGUE O QUE DEVE E NEGOCIE!
Como sentenciou uma companheira do 24º núcleo: trabalhamos e mesmo assim não recebíamos o salário, agora não trabalhamos e continuamos sem recebê-lo. O corte do ponto determinado por Eduardo Leite, indecentemente corroborado pelo Poder Judiciário e omitido pelo Parlamento gaúcho, traz à tona várias questões, desde o calote aplicado por Leite quando era prefeito de Pelotas passando pela tripudiação do direito de greve e indo até o cruel sofrimento imposto aos esgualepados educadores.
A situação é muito grave, todos sabem e sentem, porém mais grave ainda é a perspectiva de que a desarticulação da greve - sem nenhuma negociação e acordo quanto aos salários, recuperação dos dias letivos e nenhum tipo de punição ou perseguição aos grevistas – por conta das ameaças, retaliações e mentiras do Governo implique na antecipação da perda de nossos direitos funcionais prevista nos PLs sobre o Estatuto do Servidor e Plano de Carreira do Magistério.
Retornar sem “nada nos bolsos ou nas mãos” é também inviável pois os trabalhadores não terão como se deslocar ao local de trabalho, como bem observou uma outra colega do núcleo de Alegrete. Simples assim. O Governador deveria se empenhar e se responsabilizar em dar solução que é de sua competência e alçada, respondendo à sociedade que exige uma definição justa.
A Greve da Educação segue. Sem salário, sem trabalho! Leite tem que pagar o que deve e negociar. Nenhuma outra hipótese é válida e aceitável. Que deixe de ser medroso e ardiloso e se prepare para os próximos rounds da luta que está longe de acabar, estamos todos cientes do que representa a Reforma (des)Estrutural e vamos enfrentá-la com força, garra e coragem.
Alex Saratt
32º núcleo/Taquara
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